Alguém me explica este frio?
Está certo isso por acaso?
Não, não está certo.
Isto já se chama crueldade.
O garçon
28/06/2008
Há alguns meses atrás, numa pizzaria rodízio (a Toscana)
Manu, toda serelepe: “Eu quero um suco de laranja e… Você não trabalhava naquela outra pizzaria, a Florença?”
Marcos, amigo da onça: “Hey, fica tranquilo, ela usa essa cantada com todo mundo.”
O garçon dá uma risadinha sem-graça.
A Manu fica vermelhinha feito um caqui maduro.
—
Algum tempo depois, em outra pizzaria rodízio, a Florença:
Manu, toda serelepe: “Eu quero um suco de laranja e… Você não trabalhava naquela outra pizzaria, a Toscana?”
Marcos, amigo da onça: “Hey, fica tranquilo, ela usa essa cantada com todo mundo.”
O garçon dá uma risadinha e: “Não, não. Aquele lá é o meu irmão gêmeo”
Manu: “Sério?!”
(a mesa dá risadinhas… eu fico vermelhinha que os morangos da pizza de morango com meregue e o garçon vai embora)
Manu: “OK, era ele mesmo, mas o Boni já achou que o Gandalf mandava scrap pra mim!” (argumento definitivo e que sempre desvia o assunto da minha pessoa – explico outra hora)
—-
Semana passada, na fila para pedir marmitex na churrascaria Trevo:
Garçon: “A mocinha vai querer pizza de quê??”
Manu: “Ahn? Oi?! Você não trabalhava na Florença?”
Garçon, cai na gargalhada e: “Tou te deixando maluca né? (mais gargalhadas)
Manu: “Ah.. XD “
Vinny não morreu
27/06/2008
Vocês acreditam que o Vinny não morreu?
Ao contrário: está na ativa e está nesse exato momento sendo entrevistado no programa do Jô. Tem até um clipe novo que estou vendo agora.
E continua com suas letras construtivas como xalalá.
Mas até que ele é gatinho.
E gente bonita tem mais direitos.
Porque Deus quis.
Post escrito por mim para o Battle Nerds Blog:

A empresa Genepax produziu um protótipo de um carro capaz de funcionar usando somente água. O carro usa um sistema de membrana de eletrodos que contem um material capaz de quebrar a água em moléculas oxigênio e hidrogênio por meio de uma reação química. A empresa não deu mais detalhes, mas falou que usou um processo bem conhecido para produzir hidrogênio da água.
O sistema custa bem caro: ¥2.000.000 iênes sem o carro, equivalente a R$30.000,00, mas se for produzido em massa os custos podem ser cortados em ¥500 ou menos (R$7.500,00).
Via: Engadget
Mas… E aí?
Segundo a empresa, a energia é produzida através de uma reação de hidrólise que acontece no motor do veículo a qual produz hidrogênio e este sim, será o combustível. O mais importante dessa tecnologia é a ausência da emissão de poluentes à atmosfera, ou seja, energia totalmente limpa.
Depois da era do petróleo, há quem defenda que haverá uma era do hidrogênio. Isso mesmo! Um sistema criado no século XIX e aperfeiçoado desde então, conhecido como “células a combustível” está presente nesse veículo e em mais uma variedade de itens do nosso dia a dia.
O ‘motor’ do carro será uma célula-combustível. Célula combustíveis (Fuel Cells) são um dispositivo eletroquímico que tem a capacidade de transformar o hidrogênio puro, obtido a partir da eletrólise da água (ou aquele obtido pela reforma de hidrocarbonetos), em energia. A importância da célula está na sua alta eficiência e na ausência de emissão de poluentes quando se utiliza o hidrogênio puro, além de ser silenciosa.
No caso do automóvel da notícia, a energia é obtida a partir do hidrogênio puro, obtido a partir da eletrólise da água. A minha dúvida: Como essa eletrólise é viável dentro do veículo? Como eles conseguiram?
Sirvam-se de um pouco de química…
A notícia fala a respeito da quebra de uma molécula água para produzir energia. O que acontece?
Na terra não existe o hidrogênio livre, estando sempre associado a outros elementos químicos e para ser obtido “puro” é necessário gastar energia na dissociação de uma fonte primária. Sendo assim, o hidrogênio não é uma fonte primária de energia mas sim, uma fonte intermediária, por isso não deve ser referido como uma fonte energética. No caso, a fonte energética é a água, pois é a partir dela que será obtido o hidrogênio.
A decomposição da água ocorre quando efetuamos a quebra das ligações entre átomos de hidrogênio e oxigênio, através de uma eletrólise. A eletrólise da água ocorre quando passamos uma corrente elétrica contínua por ela, ou seja, a reação de quebra da molécula de água exige fornecimento de energia para acontecer.
Quando a molécula é decomposta na eletrólise, os átomos livres procuram reagir novamente para formar novas moléculas. Assim, se quebrarmos as ligações químicas de duas moléculas de água, poderemos formar duas novas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio, gases que reagem entre si, para formar a água.
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A reação entre o hidrogênio e o oxigênio ocorre com um grande desprendimento de energia, que pode ser novamente convertida em energia elétrica ou simplesmente em energia térmica, como numa grande explosão. Esta forma de energia já é utilizada em ônibus espaciais.
Sistemas que geram energia elétrica (como a células combustíveis), provenientes de reações químicas são chamados sistemas eletroquímicos.
O principal aspecto negativo da eletrólise é a grande quantidade de energia necessária para ‘quebrar’ as moléculas de água e assim produzir o hidrogênio, sendo que em geral as fontes de energia usadas são não renováveis e conseqüentemente poluidoras.
E quais são as vantagens de um motor movido a água?
A mais óbvia de todas: Energia limpa! Não existe combustível mais verde que esse!
O hidrogênio é mais limpo do que os combustíveis fósseis tradicionais (incluindo os ligados ao gás natural e carvão), porque nesses processos sempre existe a emissão de gás carbônico, que, como todos sabem, contribuem com o efeito estufa, o aquecimento da atmosfera. Na queima de hidrogênio você tem a liberação de água e não de gás carbônico.
Veja o gráfico a seguir. Quanto menor a quantidade de carbono no combustível, menor é a emissão de gases poluentes à atmosfera.

É importante acrescentar que:
Um quilo de hidrogênio possui aproximadamente a mesma energia que 3,5 litros de petróleo ou 2,1 quilos de gás natural ou 2,8 quilos de gasolina.
O que deu para perceber é que veículos a hidrogênio serão necessariamente elétricos. Veículos elétricos trazem uma série de vantagens que não encontramos naqueles movidos a explosão (combustão interna): diminui muito a quantidade de ruídos, as emissões com o veículo parado são praticamente nulas, torna-se menor o desgaste de componentes porque as partes móveis são reduzidas e não se registra liberação de calor. O grande inconveniente é preço.
Os combustíveis fósseis são um bem escasso, na posse de apenas alguns países, que cada vez se vão tornando mais caros e cuja utilização liberta uma série de poluentes. Neste contexto, procura-se uma forma alternativa e competitiva de produzir energia que possa vir a substituir os combustíveis fósseis e esta pode estar nos combustíveis hidrogenados.
Mais algumas considerações:
“Em 10 anos, já teremos geradores de energia nas indústrias e nas próprias residências, e carros movidos a hidrogênio circulando pelas ruas do país.”
Paulo Emílio de Miranda, coordenador do Laboratório de Hidrogênio da Coordenação de Programas de pós-graduação da UFRJ.
“A partir de 2020 mais de um terço de todos os veículos da BMW vendidos na Europa será movido por motores à base de hidrogênio.”
Joachim Milberg, presidente da montadora alemã BMW até março de 2007.
“Eu não acho que o uso de um combustível gasoso seja uma boa idéia para veículos de passeio porque o tanque dele tira muito espaço do carro. Além disso, a quantidade de energia dos líquidos é mais alta. É importante dizer que o combustível do futuro poderá ser misturado com outros para facilitar a introdução deles no mercado. O hidrogênio, por exemplo, é uma substância muito difícil de ser misturada.”
Ferdinand Panik, conselheiro da Ballard Power Systems e ex-diretor da Daimler-Chrysler do Brasil.
“Desde 2003 já circulam no nosso país ônibus movidos a hidrogênio. Esperamos que no ano que vem já tenhamos carros alimentados com o gás pelas ruas.”
Jon Bjorn Skulason, presidente da Nova Energia Islandesa (INE), um consórcio de empresas que investe em hidrogênio.
Comentários retirados do Site da Revista SuperInteressante
O meu palpite é que estamos cada vez mais perto desse aqui:

Arrumei
21/06/2008
Curei a minha insônia ontem.
Fiquei dois dias sem dormir estudando, trabalhando e fazendo resumos e o sono voltou com a corda toda!
Cheguei ontem as 18h em casa e acordei naturalmente, às 7h da manhã de hoje. Tomei meu café da manhã de sábado, digno de uma Diva de cinema e agora ‘estou resolvendo assuntos importantes no computador’, enquanto um agradável livro me espera.
Tudo isso de pijamas, cabelos estrategicamente desarrumados, a luz da manhã iluminando a casa, com uma xícara de porcelana na mesa.
Poxa, e não tem ninguem para fotografar esse momento glamouroso?
A única preocupação do fim-de-semana é: O que será que/onde vou almoçar hoje? Ai… Ai..
Acordei hoje com uma íngua de baixo do meu suvaco.
Íngua, aquele caroço dolorido.
É sinal de que uma infecção está se instalando em meu corpo.
Meu pai, então, utilizou-se de todos seus estudos e seus quase 30 anos de experiência na área da leitura-de-livros-médicos e finas e já diagnosticou:
“Infecção no seu cérebro.”
Agora é rezar por erro médico.
não se acanhe
11/06/2008
Esqueçam a história abaixo.
Eu voltei.
Look who is back, baby.
11/06/2008
Eu penso todos os dias em voltar a ativa.
Eu não sei o que havia acontecido comigo. Aliás, sei sim.
Tantos acontecimentos, tantas coisas para fazer que me deixaram assim, levando uma vida de adulto, com problemas de adulto, fazendo coisas de adulto. Com uma cabeça de adulto.
E faz muita falta um espaço em branco, assim só pra escrever aquelas idéias que coçam aqui, bem atrás da nuca e não contamos a ninguém, porque deixa de ser anônimo.
Não que esse blog seja anônimo, mas se ninguém me viu escrevendo, posso dizer que não fui eu que escrevi. Cuidado com SPAM!
Chega de bla blá blá, o importante é que eu voltei. No mesmo ritmo de sempre: Manuela = sen(x) ou cos(x). Ou alguma função não linear com parâmetros tão sensíveis à alterações que a qualquer momento pode explodir. Liberal e conservadora. Enrolada e prática. Vou e volto.
Existe alguma função bumerangue?
Aquele que eu já postei…
10/06/2008
Nomes para dar aos seus filhos
Mil novecentos e bolinha.
Um dia normal.
A Dona Maria de Nazaré estava esperando um bebê.
Lááááá no interior escondidinho do Pará.
Até que se vê diante uma indagação:
“Oh, meu Deus, que nome colocar em minha filha?”
Pensou, pensou…
Maria? Ana?
Não, ainda não era o ideal…
Até que ligou o rádio.
E no rádio passava uma música a qual gostava muito.
De uma cantora que muito admirava:
Guaciara Lindalva.
Ah, sim!
Guaciara!
Porque não Guaciara?
Olhe como soa bem!
…
E assim nasceu a pequena Guaciarinha.
Já de vestido vermelho, com um charuto na boca, sentando aberto e falando caralho-puta-que-pariu.
Porque, para mim, essa mulher deve ser assim desde que nasceu.
E a geração não parou só por aí.
“Porque depois que a minha mãe me deu esse nome, ela foi puxando o dos outros filhos:
Guaciara, Guacimira, Guacirene e Guaciel.”
Cresceram fellizes e contentes com seus nomes.
E até que Guaciara ficou grávida um dia.
E que nome colocar em sua filhinha?
Guatirica? Guacamole?
Não.
Não pôde, pois foi cruelmente convencida pelo seu marido, que, aparentemente possuia um senso estético mais apurado.
Então que nome colocar?
Maria? Ana?
Ou quem sabe (olhando o folhetinho e procurando o Santo do dia)…
TESSILDA?
Porque era o dia de Santa Tessilda.
É assim que as coisas acontecem por lá.
E eu só tenho medo no dia em que Tessilda engravidar.
Ou seu filho.
Porque minhas expectativas não são das melhores.
Post do blog velho, relembrando ‘a vizinhança’ de Guarulhos.

